A CEIFA E OS CEIFEIRO 2

Pr. Pedro Moura - PhD Teologia

Texto - "Quem ceifa já está recebendo recompensa e ajuntando fruto para a vida eterna; para que o que semeia e o que ceifa juntamente se regozijem. Porque nisto é verdadeiro o ditado: Um é o que semeia, e outro o que ceifa. Eu vos enviei a ceifar onde não trabalhastes; outros trabalharam, e vós entrastes no seu trabalho" (João 4.36-38).

            Introdução - No estudo anterior, o Senhor Jesus enfatizou unidade e pureza, condições indispensáveis ao testemunho eficaz da igreja diante do mundo. No texto de agora ele começa a falar sobre interdependência, uma outra condição indispensável ao trabalho do reino. Na igreja todos são necessários, todos são dependentes uns dos outros. Ninguém vive para si, todos cooperam juntamente para um fim comum.

I.  Um é o que semeia, e o outro o que ceifa

            A chave para o entendimento desse versículo são o artigo indefinido "um" e o pronome definido "outro". O primeiro é referência aos profetas no Antigo Testamento; o segundo é referência aos apóstolos no Novo Testamento. "Um...", os profetas, semearam a base do ensino que o "outro...", os apóstolos, transmitiram e sistematizaram. Por exemplo: Isaías anunciou que o Messias nasceria de uma virgem, dizendo: "Portanto o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel" (Isaías 7.14). "O outro...", o apóstolo Mateus, usou essa profecia em seu ensino: "Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta: Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, o qual será chamado Emanuel, que traduzido é: Deus conosco" (Mateus 1.22-23). "Um...", o profeta Miquéias, profetizou que o Messias nasceria na pequenina cidade de Belém, em Judá, dizendo: "Mas tu, Belém Efrata, posto que pequena para estar entre os milhares de Judá, de ti é que me sairá aquele que há de reinar em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade" (Miquéias 5.2). "O outro...", o apóstolo Mateus, usou essa profecia em seu ensino: "E tu, Belém, terra de Judá, de modo nenhum és a menor entre as principais de Judá; porque de ti sairá o Guia que há de apascentar o meu povo de Israel" (Mateus 2.6).

            O evangelho, diz Paulo, o apóstolo, "é segundo as Escrituras...". Isto é, "segundo o Antigo Testamento" (1Coríntios 15.3). Os profetas e os apóstolos compõem a base sobre a qual a igreja é edificada: "Edificados [a igreja] sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, sendo o próprio Cristo Jesus a principal pedra da esquina; no qual todo o edifício bem ajustado cresce para templo santo no Senhor, no qual também vós juntamente sois edificados para morada de Deus no Espírito" (Ef 2.20-22). A única doutrina sadia para a igreja é a que vem das Escrituras - dos profetas e dos apóstolos. Paulo denominou-a "sã doutrina" (Tito 2.1). Fora dela a igreja estará sempre em perigo. O segredo em Jerusalém é que os crentes "perseveravam na doutrina dos apóstolos" (Atos 2.42).

II.  Outros trabalharam e vós entrastes no seu trabalho

            Interdependência? Novamente, "um ... outro" e parece claro que os apóstolos levaram vantagem sobre os profetas. Eles ceifaram, eles colheram o que os profetas semearam: "Eu vos enviei a ceifar onde vós não trabalhastes; outros trabalharam, e vós entrastes no seu trabalho" (João 4.38). Em vez de vantagem, o texto ensina que o trabalho apostólico é apoiado no trabalho dos profetas. Ninguém perde, ninguém leva vantagem, todos trabalham para um só fim. E a igreja, que somos nós, recebe o suporte daqueles que vieram antes de nós. Somos "edificados" sobre eles, diz Paulo (Efésios 2.20-22).

            A idéia de que o crente vai sempre ganhar é falsa, é enganosa. A idéia de que a fé vai sempre levar o crente a memoráveis triunfos, a grandes vitórias precisa ser entendida à luz do conceito que Deus tem sobre vitória. Os capítulos 11 e 12 da Carta aos Hebreus chamam a atenção da igreja, hoje, para as ciladas da recompensa. Há muita gente correndo atrás disso. No Facebook, há crentes compartillhando: "Hoje é o dia da sua vitória. Se você crê, diga: amém". Qual é o conceito de Deus sobre vitória? Ganhar mais? comprar casa e carro? ficar rico? ser curado e ter muita saúde? E se, ao invés disso tudo, vierem desemprego, confisco dos bens, pobreza, perseguição, enfermidade e morte? Seria derrota? No capítulo 11 da Carta aos Hebreus há duas listas: a dos que conquistaram e a dos que foram derrotados. Todos são heróis da fé. Um dos primeiros diáconos da história da igreja, Estêvão, foi apedrejado (Atos 7.54-60); João, o Batista, que no entendimento de Jesus é o maior entre os nascidos de mulher, morreu degolado, no cárcere (Mateus 11.11;14.1-12). Estêvão e João foram mortos por falta de fé? A grande resposta vem no mesmo capítulo: "Deus provera alguma coisa melhor a nosso respeito, para que eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados" (Hebreus 11.40). Interdependência!

            A ceifa resulta da semeadura e todos, segundo Jesus, recebem recompensa; e todos, segundo Jesus, ajuntam para a vida eterna.

 

III  Para que o que semeia e o que ceifa juntamente se regozijem.

            Antigo Testamento e Novo Testamento, profetas e apóstolos são a base de nossa fé. Plantar e ceifar são igualmente importantes para Jesus. Os profetas plantaram, os apóstolos ceifaram. Nossos antepassados semearam o que estamos colhendo hoje, e ao mesmo tempo estamos plantando para as futuras gerações. A vantagem é de todos e "todos" se regozijam e todos são abençoados. A palavra de ordem é: interdependência.

           

Conclusão - Falando à mulher samaritana, Jesus usou a figura da água, para a satisfação espiritual. Falando aos apóstolos, usou a figura de uma seara pronta para a colheita. Eles haviam sido comissionados por Jesus; foram e voltaram regozijados com os resultados. Agora, porém, estão diante de uma "seara" viva, muito grande - milhares de samaritanos ansiosos por salvação. No entanto, não conseguem enxergar. Por isso o Senhor os advertiu: "Levantai os vossos olhos...". Uma única mullher trouxe sua cidade a Jesus. Que lição resta para a igreja, hoje? "Levantai os vossos olhos..." (João 4.35).

O MONGE E O EXECUTIVO, O TÉCNICO E O PASTOR

PARTE I

“E vos darei pastores segundo o meu coração,

que vos apascentem com ciência e com inteligência.(Jr 3.15)

A saída repentina de dois técnicos da serie A, Cuca e Rogerio Ceni do São Paulo e do Cruzeiro respectivamente, nos leva a  indagar: Por que bons técnicos não dão certo em bons times? E por que bons pastores não permanecem  em boas igrejas? Sem procurar  tratar o assunto de forma simplória, Teceremos algumas considerações baseada na experiência  de quem convive com pastores, notadamente após 05 anos na presidência de uma Ordem de Pastores

Em sua entrevista coletiva após demissão com apenas 05 meses no São Paulo, time que tem tradição de manter técnico por um longo período, Cuca declarou: “Não sei te dizer ao certo qual o problema. Se eu soubesse qual o problema, eu falava. Vocês bateram muito no padrão de jogo. Eu queria explicar que todo ser humano tem sua característica, eu tenho a minha. Qual é a característica do Cuca? Eu gosto de marcação na frente, rápido. Não gosto de time que tem morosidade. Às vezes, ser mais objetivo. Infelizmente o meu estilo não casou com o estilo do São Paulo. Não combinou. Não é por isso que eles não são bons, eles são ótimos. Mas não encaixou”.

Cuca foi de uma coerência e transparência de causar inveja. Cá pra nós, de pastor para pastor, é essa coerência e transparência que as vezes tem faltado em nós de reconhecer que não estamos andando bem no nosso ministério e, isso está se tornando um fardo para nós e para os que lideramos. Cada um de nós tem um estilo próprio, uma forma particular de administrar a igreja do Senhor. Deus seria extremamente perverso, e ELE não é, em nos colocar numa congregação em que não pudéssemos exercer  a nossa individualidade e liderança a custa de sofrimento nosso e dos nossos liderados. Como o técnico Cuca às vezes  fazemos escolhas equivocadas ou mesmo  perdemos o tempo de validade do nosso ministério. Isso tem acarretado dissabores, desconfortos e tristeza em nós, nos nossos familiares e na igreja. Cuca assume que tem um estilo. Aqui não se deve julgar o mérito do seu estilo, porque foi um estilo que deu certo no Corinthians, outro grande clube. O estilo  tem sido um dos fatores que tem contribuído para alguns fracassos tanto para pastores novos quanto para experientes.

Pastores novos têm trazido “modelos prontos” que deram certo na sua igreja referencial, igreja de origem e aplicados goela abaixo nos novos ministérios. Chegam trocando cadeiras, pintando templos e estruturas numa tentativa de causar impacto imediato na igreja. Criticam os atos dos pastores anteriores e, um ou dois anos depois já caíram na vala comum da rotina pastoral anterior. No nosso brincar diário costumamos dizer que: “pato novo não dá mergulho fundo”.  O pastor anterior deve ter tido motivos  que influenciaram para suas tomadas de decisões . Devemos ter cuidado ao analisar o ministério anterior e aprender com seus erros e acertos.

Por outro lado pastores antigos cometem os mesmos erros que os novos. Claro, que estes com sua “capacidade incontestável” alicerçada nos longos anos de experiência. Gostamos de uma ilustração: “Certa vez, duas moscas caíram num copo de leite. Uma delas nadou valentemente até a borda do copo, mas como a superfície era muito lisa e suas asas estavam molhadas, morreu afogada. A outra, apesar de não ser tão forte era tenaz, e, por isto continuou a se debater por tanto tempo, que, aos poucos o leite ao seu redor formou um pequeno nódulo de manteiga, onde a mosca subiu, esperou suas asas secarem e levantou vôo, se salvando. Tempos depois, a mesma mosca caiu novamente dentre de um copo. Como já havia aprendido em sua experiência anterior, começou a se debater, na esperança de que, no devido tempo, se salvaria. Debateu-se até à exaustão e nada de aparecer nódulos de manteiga, pois, desta vez o copo não era de leite, mas, de água”.

A observação da cultura e hábitos da igreja é fator importantíssimo para um ministério bem sucedido. Nas reuniões com a comissão de sucessão pastoral precisamos ser sincero, transparente, falarmos o que pensamos a cerca do ministério, sem mascaras nem subterfúgios. Afinal, cremos que existe um pai que cuida de nós “Entregue o seu caminho ao Senhor; confie nele, e ele agirá.”( Sl 37.5)

 Tanto pastore neófitos como antigos precisam aprender com Cuca: “Eu queria explicar que todo ser humano tem sua característica, eu tenho a minha”.

                                                           Me. Ivan Jorge dos Santos Luna

Presidente da OPBCS

Prevenção é a chave para evitar complicações maiores.

O sorriso é o seu cartão de visitas. Lembre-se que você vai com ele aonde for.

A saúde bucal faz parte da saúde do corpo em geral, e  deve ser levada a sério. Por isso, existe uma área da odontologia que ajuda as pessoas a manterem sua boca e dentes sempre saudáveis, prevenindo doenças. É chamada odontologia preventiva.

Para garantir que a boca e os dentes do paciente estejam sempre saudáveis, existem alguns aspectos nos quais o dentista ajudará o seu paciente para que ele tenha uma ótima saúde oral durante toda a sua vida, porém, é preciso que o paciente também colabore durante essa jornada.

O primeiro passo que o paciente precisa dar é ir ao dentista com uma certa regularidade, para verificar se está tudo bem com seus dentes e se não há nenhum sinal de doença bucal. Desta forma, a pessoa pode prevenir cáries em seus dentes, doenças periodontais (gengivite e periodontite) e o câncer de boca.

Todos os anos 150 mil brasileiros morrem por causa de uma doença chamada Endocardite Bacteriana (uma doença cardiovascular)  que é causada por bactérias presentes na boca por meio da periodontite, essas bactérias entram na corrente sanguínea e se alojam no coração destruindo as paredes internas do mesmo levando o indivíduo a morte. Por ser uma doença assintomática a melhor maneira de tratar é prevenção.

Sejam cáries dentárias, doenças periodontais, como a gengivite e a periodontite, e até mesmo o câncer bucal. Visita regular ao dentista, aliado a boas práticas, além da realização de exames são primordiais para evitar o aparecimento destas doenças.

Para quem já tem uma necessidade de restauração atualmente temos tecnologias seja de biomateriais como de técnicas onde podemos reabilitar o sorriso, a mastigação e fala de formar natural,  por meio de implantes e próteses dentárias, trazendo harmonização e autoestima.

De nada adianta um dentista preocupado com a prevenção e reabilitação se o paciente não colaborar.

Visite o Dentista e cuide da sua saúde, prevenção é a chave para evitar complicações maiores.

Pouca coisa é necessária para transformar inteiramente uma vida: amor no coração e sorriso nos lábios” (Martin Luther King)

 

                                             Dr Luiz Alberto de Brito Batista Junior - CRO-BA 18700

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